17/08/2012

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Meus poemas-37.



Meus poemas-37.

ATREVE-TE.

Atreve-te a subir ao monte,
Atreve-te a cheirar o aroma duma flor,
Atreve-te a olhar, e ver o horizonte,
Atreve-te a admirar todo o seu resplendor.

Atreve-te a admitir que és criação de Deus,
Atreve-te a mergulhar no fundo do mar,
Atreve-te a olhar para os altos céus,
Atreve-te com amor, teu próximo abraçar.

Atreve-te a sair do mundo que te guia,
Atreve-te a sair das trevas, para a luz,
Atreve-te a beber da fonte a cada dia,
Atreve-te a aceitar a liberdade de Jesus.
Por: António Jesus Batalha.

Meus poemas-37.

ROUXINOL.

Sei de um freixo habitado,
Por um rouxinol cantador,
Suas canções há cantado,
Ao Deus Santo e Criador.

A água que ali passa a correr,
Por debaixo daquele freixo,
Onde o rouxinol vai beber,
Pousado num pequeno seixo.

Depois de passar o calor,
Voa para o prado,vai comer,
Esse rouxinol cantador.

Na vida sem preocupação,
Devagar cumpre seu fazer,
Pois é Deus que lhe dá o grão.
Por: António Jesus Batalha.

Meus poemas-37.

FLORESTA.

Na densa floresta negra e selvagem,
Entre alecrim e rosmaninho,
Abre o sol um novo caminho,
Numa bela e vera miragem.

Percorre-se o caminho para ver,
A magia da sombra ao luar,
E nesse silêncio poder escutar,
O som do regato a correr.

No cume aparece a alvorada,
Resplandece então o azul do céu,
De tudo o que vi nada é meu,
Apenas paisagem emprestada.
Por: António Jesus Batalha.

Meus poemas-37.

BELEZA.

Quanta beleza, nos vergéis, nos montes,
Nas plácidas visões dos horizonte,
Na paz real que envolve o coração!
Minhalma canta e louva, e mais se apresta,
A celebrar a aurifulgente festa,
Inaugurando a Tua grande redenção.

Verdes montanhas douram-se no além,
Das páginas dos teus livros, consolo vem,
E é a flama, a fé, no peito a chamejar!
Porque só Tu, excelso Rei dos reis,
Pudeste no calvário uma vez,
A noite em luz,e o choro em paz mudar.
Por: António Jesus Batalha.

Meus poemas-37.

MUSGO.

Porque cresce o musgo no rochedo,
Ou o rosmaninho na montanha,
Vive o homem cheio de medo,
Numa vida desleal e estranha.

Num caminho escuro de enredo,
De uma obscuridade tamanha,
Parece que vive de um segredo,
Em rio que o deserto banha.

Sinto os passos dessa demência,
Que se apressam num cadência,
Para sua voraz destruição.

Clamo mais alto que as estrelas,
As Palavras de Deus mais belas,
Tragam a estes a vera salvação.
Por: António Jesus Batalha.



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